segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Liberté na praça: arte, cultura e bazar - 08/10/2017

Neste dia 08 de Outubro realizou-se o evento "Liberté na praça: arte, cultura e bazar", onde o Clube da Árvore participou. Montamos uma pequena barraquinha onde pudemos distribuir alguns panfletos sobre vegetarianismo e veganismo, plantando assim, a melhor semente que poderia ser plantada, a da mudança.

Veja nosso panfleto: Clique aqui

Participantes: Fernando Rech, Gabriela Baggio e Edilaine da Rocha.

SOBRE O EVENTO:

"A ideia original do projeto é contar com todos os tipos e formas de expressão, sejam canções, danças, malabares, poesias, desenhos... ou seja, tudo. E estamos em busca de voluntários que queiram se apresentar e somar culturalmente no evento."

O evento também contou com oficina de xadrez e artes, sebo de livros, brinquedos para as crianças e venda de bottons, adesivos e camisetas.

Conheça o Liberté: Clique aqui






O Clube ficou muito orgulhoso de participar do evento. E, nos colocamos à disposição para os próximos! 💚

Obrigado, Felipe e Tiago!


Fotos: Vitor Hugo.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

“EU PAREI DE PESCAR DEPOIS QUE UM PEIXE ME FEZ PERCEBER QUE EU ERA UM IMBECIL”

O australiano Dan Maio abandonou a pesca esportiva depois de perceber que estava prejudicando os habitantes do oceano.


Eu costumava atrair animais até ganchos afiados. Às vezes eu usava dois ou três apenas para ter certeza que eles não conseguiriam fugir.

Os ganchos cortariam suas bocas e, mais frequentemente do que você pode pensar, os perfuraria em algum lugar na cara, mesmo nos olhos. Eu nem fazia isso para comer. Como milhões de outros, eu fazia isso por “diversão”.
Se eu tivesse feito essas coisas a um cão ou gato, as pessoas iriam me querer na prisão. Mas aqui estou eu, falando sobre peixes. “Os peixes não têm receptores de dor”, dizem. “Não se preocupe, eles são muito estúpidos para entender.”
Eu acreditava em tudo, especialmente porque veio da boca de familiares e amigos.
O peixe no final da minha linha tentaria sem sucesso nadar por sua vida conforme eu o puxava para dentro. Sufocando e aterrorizado, eles se debateria enquanto eu levava um tempo tirando os ganchos (às vezes até mesmo ficando de pé sobre o peixe para mantê-lo imóvel) organizando outras linhas e procurando minha câmera para aquela foto importante.
Eu sabia que o animal em minhas mãos só podia respirar debaixo de água, mas eu queria mostrar a meus amigos o que eu tinha feito. Anzóis muitas vezes não saem como todos nós gostaríamos de dizer que saem – às vezes eles passam dos lábios e se movem para baixo da garganta. Mas não se preocupe: uma vez que eu o tivesse feito, eu jogaria os peixes de volta na água – mortos ou vivos. Isso é “pesque-e-solte” … não é?
A “soltura” é a parte em que você se sente como um cara legal. Você pode dizer: “Vai lá, companheiro”, como se você tivesse acabado de lhe fazer algum tipo de favor. Às vezes, quando eu os joguei de volta, vi-os bater em uma pedra no caminho para baixo. Mas então eu simplesmente prendia outro pedaço de isca no gancho ensanguentado, o jogava de volta na água e dizia: “Da próxima vez, eu quero um maior”.
Eu fiz isso por 10 anos, até que um dia em Perth, em que segurei em minhas mãos um dos peixes mais bonitos que eu já tinha visto. Ele estava assustado e privado de oxigênio, e eu tinha rasgado quase todo o seu lábio inferior à direita. Peixes não têm braços ou pernas para ajudá-los a sobreviver. Todos eles têm seus lábios e bocas para colher alimentos, construir ninhos e proteger seus filhotes. Danificar essas partes do corpo pode ser fatal, mesmo que sejam liberados rapidamente.
Tive a súbita compreensão de que havia arruinado a vida desse peixe. O que eu estou segurando nesta foto é (e sempre será) o último peixe que eu já peguei. Eu era um imbecil. Eu sentia muito, mas ao mesmo tempo, estava eternamente grato por ele ter me ajudado a mudar.
Deveria ter sido óbvio para mim que a luta e pânico que eu tinha testemunhado diversas vezes é porque os peixes sentem dor, assim como todos os animais. Eu já aprendi que eles são realmente muito inteligentes. Eles podem reconhecer uns aos outros, comunicar e lamentar a perda de seus companheiros. Alguns podem até usar objetos como ferramentas, e outros fazem arte na areia para atrair companheiros.
E todos nós já ouvimos como a saúde de nossos recifes e oceanos está com o equilíbrio por um fio. Eu vi isso em primeira mão. Os cientistas dizem que se continuarmos a matar animais marinhos à taxa que fazemos atualmente, enfrentaremos um oceano estéril e desolado até 2050, despojado de todos os vestígios de vida. Estou feliz por não ser mais parte na sua destruição.
Eu sempre amei o oceano e meu fascínio e amor por seus habitantes tem crescido dez vezes desde que eu parei de tratá-los como brinquedos descartáveis. Substituir a pesca pelo snorkel tem sido uma mudança maravilhosa na minha vida. Nadar com e ao lado da vida marinha é uma experiência muitas vezes melhor do que a pesca já foi.
Agora eu me encontro na situação estranha de ter conhecimento sobre pesca mas não querendo compartilhá-lo e ter todo esse equipamento mas não desejando vendê-lo. Para mim, seria como vender uma faca a uma criança.
Portanto, antes de lançar uma linha neste verão, lance um pensamento para aqueles cujas vidas e casas você pode estar prestes a arruinar.

Qual o peso da Terra?


Nosso planeta pesa 5,9 sextilhões de toneladas (ou 5.972.000.000.000.000.000.000). Na verdade, o certo é “massa”, já que “ peso ” é o resultado da atração gravitacional de um objeto maior (geralmente a própria Terra ) sobre um menor. Calcular a massa do nosso planeta é um desafio antigo: em 1737, a expedição do cientista francês Pierre Bouguer usou o período de oscilação de um pêndulo, que variava com a gravidade em diferentes altitudes, para fazer uma estimativa. O  número em que ele chegou é quase três vezes maior do que o valor atual. Vários experimentos foram realizados ao longo do século 18 até se chegar aos 5,9 sextilhões, calculados pelo físico britânico Henry Cavendish em 1797.

Fonte: MSN

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Dia da Solidariedade - Escola 1º de Maio

No sábado, dia 21/05/16, o Clube da Árvore organizou parte de um projeto voluntário, que é realizado anualmente pela escola 1º de Maio - Serafina Corrêa / RS.
Neste evento magnífico, diversas ONGs e projetos se unem para realizar ações humanísticas para com a sociedade em geral. Fazer parte disso, foi uma honra e estamos ansiosos pelo próximo!






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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Passeio ecológico - (10-01-2016)

No último domingo, dia 11/01/16, o Clube da Árvore reuniu alguns de seus integrantes para um novo passeio ecológico, novamente nos arredores do Rio Feijão Cru.

Passado pouco mais de um mês do último passeio, ainda foi encontrado muito lixo. Contudo, ficamos bem contentes quando vimos a mata ganhando cada vez mais vida, depois de nossas ações no local.

Nesta ação, foram recolhidos o montante de 21 sacos/sacolas cheios de lixo, retirados das margens do rio.

"Nos nossos pequenos gestos, se formam grandes ações."








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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Passeio ecológico - (01-11-2015)

No último domingo, dia 01/11/15, o Clube da Árvore reuniu alguns de seus integrantes para um novo passeio ecológico. O local escolhido desta vez, foi nos arredores do Rio Feijão Cru, o mesmo, em que foi realizada a primeira ação do clube.

Ao voltar lá, percebeu-se que ainda há muito para se fazer! Passado um ano, a situação piorou, fazendo com que a galera do Clube se sentisse pequena diante de tanto lixo. Contudo, a alegria do dia, foi encontrar as mudas das sementes plantadas no ano passado, ganhando cada vez mais vida em meio a mata.

Nesta ação, foram recolhidos o montante de 15 sacolas e 6 sacos cheios de lixo, retirados das margens do rio.

Esta, foi apenas mais uma das ações do Clube da Árvore, que já está montando o seu calendário para o próximo ano, cheio de ações e novidades!

Fiquem ligados em nosso blog e em nossa página, e confiram tudo que está por vir!
"Nos nossos pequenos gestos, se formam grandes ações."





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